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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

POR QUE IR À IGREJA?


Assim como o nosso corpo precisa funcionar bem para termos saúde, também nossa fé precisa estar bem para termos saúde espiritual. Um dos grandes sintomas de que a nossa fé não está bem é quando não queremos ir à igreja. Isto pode acontecer por dois grandes motivos principais:

I - ALGUNS PENSAM QUE SÃO TÃO PECADORES QUE JÁ NÃO SÃO DIGNOS DE ESTAREM ENTRE OS CRISTÃOS.
Bem, se este é o motivo isto não deveria acontecer, porque a igreja é, em primeiro lugar, a reunião de pessoas pecadoras, que reconhecem isto, e que carecem do amor, da graça e da misericórdia de Deus. Sendo assim, cristão não é aquela pessoa perfeita e que não comete nenhum pecado. Cristão é a pessoa que não busca a sua auto-salvação e sua auto-justificação, mas que busca a justificação, única e exclusivamente em Jesus Cristo. Portanto, a igreja é formada por pecadores remidos, Santificados pelo espírito Santo, conscientes de que precisam de Deus em suas vidas.

II - ALGUNS PENSAM QUE LENDO A BÍBLIA EM CASA E FAZENDO AS SUAS ORAÇÕES NÃO NECESSITAM IR À IGREJA, JÁ TÊM A SUA FÉ E ISTO BASTA.

A Bíblia nos deixa claro que para ter fé é necessário crer. Mas talvez precisássemos perguntar se é isto que Deus quer de nós. Será que Deus quer apenas que tenhamos fé? Surpreendentemente não é apenas isto que Deus espera de nós. A Bíblia nos fala que o desejo maior de Deus é que todos possam ser "maduros na fé". Que todos nós possamos buscar igualar nosso caráter ao caráter de Cristo: "Até que todos cheguemos à unidade da fé e do conhecimento do filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo. o propósito é que não mais sejamos como crianças, levados de um lado para o outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrinas e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro." (Ef. 4.13-14). Este texto nos ensina duas grandes verdades. A primeira é que o desejo de Deus é que, além de termos fé, nós possamos buscar ser iguais ao caráter de Jesus Cristo. E o segundo é que busquemos ser "adultos" em nossa fé, o que significa que o "adulto na fé" sabe qual é a vontade de Deus para a sua vida e o que Ele quer de cada um de nós.

Talvez você esteja se perguntando: o que a igreja tem a ver com isto? Quero explicar brevemente como a igreja nos ajuda a nos tornarmos adultos em nossa fé.

1. NA IGREJA,OUVIMOS A PALAVRA DE DEUS ATRAVÉS DE OUTRAS PESSOAS: "a fé vem por se ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a palavra de Cristo." Os Cultos, estudos bíblicos, ensino confirmatório, escola dominical, grupos de jovens, reunião de senhoras são formas de ouvir a Palavra de Deus. E esta Palavra nos estimula a refletirmos sobre a nossa própria fé e a fortalecê-la. Ao lermos a Bíblia em casa facilmente podemos selecionar aquilo que nos agrada e aquilo em que queremos crer. Mas quando ouvimos a Palavra de Deus através de outras pessoas, Deus fala conosco aquilo que precisamos ouvir para nosso crescimento espiritual.

2. NA IGREJA, TAMBÉM TEMOS UMA FAMÍLIA: "Também os predestinou para serem conforme a imagem de seu filho, a fim de que ele seja o primogénito entre muitos irmãos." (Rm. 8.29) e "como é bom e agradável viverem unidos aos irmãos." (SL 133.1) No momento em que aceitamos Jesus em nossa vida como nosso Senhor e Salvador, nos tornamos Filhos de Deus (Jo. 1.12-13) e irmãos mais novos de Jesus Cristo, tendo Deus como mesmo pai. Portanto agora fazemos parte de uma mesma família. Qual é a família feliz que não quer se encontrar e se visitar? Da mesma forma que nossos pais ficam tristes em ver que seus filhos não se dão bem, assim também Deus se entristece quando vê que alguns de seus filhos não querem estar junto com os outros irmãos. A nossa comunhão não depende do outro ser querido ou não, mas daquilo que Deus fez através de Cristo em nossas vidas.

3. NA IGREJA TEMOS O PRIVILÉGIO DE VIVERMOS COMO PESSOAS QUE COMPARTILHAM DA MESMA FÉ JÁ ANTECIPANDO A COMUNHÃO QUE TEREMOS NO CÉU JUNTO COM DEUS. Neste convívio nosso caráter é aperfeiçoado. "Sabemos que conhecemos (Jesus Cristo), se obedecemos aos seus mandamentos. aquele que diz: "eu O conheço", mas não obedece aos seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele. mas se alguém obedece à sua palavra, nele verdadeiramente o amor de Deus está aperfeiçoado. desta forma sabemos que estamos nele: aquele que afirma que permanece nele, deve andar como ele andou." e "enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos , especialmente aos da família da fé" (Gl. 4.10). Para exercitarmos o amor é necessário que estejamos próximos, tanto para abençoar, como para sermos abençoados.

SOMOS ABENÇOADOS E PODEMOS ABENÇOAR:


ATRAVÉS DO TESTEMUNHO - Quando testemunhamos ou ouvimos um testemunho somos fortalecidos vendo que realmente aquilo que estudamos e lemos na Bíblia se concretiza em nossa vida e na vida de nossos irmãos.

ACONSELHANDO UNS AOS OUTROS (Cl. 3.13) - Não nascemos sabendo e precisamos aprender muito nesta vida. Na igreja você encontrará pessoas que podem aconselhá-lo, orientando-o na Palavra de Deus para que você possa ter uma vida mais feliz.

ORANDO UNS PELOS OUTROS (Tg. 5.16) - Na igreja podemos orar pelos outros e também recebermos oração por nós em um espírito fraterno de intercessão.

SUPORTANDO UNS AOS OUTROS (Cl. 3.13) - A vida, por vezes, é bastante dura conosco e somos surpreendidos por todo tipo de problemas que muitas vezes nos desanimam e nos desencorajam a viver. Juntamente aos irmãos da fé você encontrará consolo e conforto.

EXORTANDO UNS AOS OUTROS (Hb. 3.13-14) - Mesmo como cristãos, nem sempre vivemos de acordo com a vontade de Deus. Precisamos uns dos outros para nos ajudar a corrigir nossas deficiências e limitações para amadurecermos na fé. Portanto, se há irmãos na fé, eles poderão ajudá-lo na caminhada e você na deles.

SERVINDO UNS AOS OUTROS (1 Pe. 4.10) - Aquele que não se dispõe a ajudar seu irmão nada compreendeu a respeito da fé e do amor ao próximo. Quando fazemos isto em grupo, ou seja, na igreja, temos muito mais força e eficiência. É na igreja que desenvolvemos nossas habilidades e dons para servir uns aos outros.

Como nós podemos verificar, a Bíblia nos dá motivos de sobra para frequentarmos a igreja. Ao não fazermos isto, os maiores prejudicados somos nós mesmos que estaremos deixando de compartilhar as bênçãos que Deus tem reservado para os seus filhos. Deus já nos deu estes presentes, mas você só os receberá se for buscá-los. Então, não perca tempo: venha se juntar aos irmãos na fé para crescer espiritualmente, com o objetivo de se aperfeiçoar na fé e viver de acordo com o propósito de Deus!

Um frequentador de Igreja escreveu para o editor de um jornal e reclamou que não fazia sentido ir à Igreja todos os domingos.Eu tenho ido à Igreja por 30 anos, ele escreveu, e durante este tempo eu ouvi uns 3.000 sermões. Mas por minha vida, eu não consigo lembrar de nenhum sequer.Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os Pastores estão desperdiçando o tempo deles pregando sermões!

Esta carta iniciou uma grande controvérsia na coluna cartas ao editor, para prazer do Editor Chefe do jornal.Isto perdurou por semanas, recebendo e publicando cartas referentes ao assunto, até que alguém escreveu este argumento:

“Estou casado há 30 anos. Durante este tempo minha esposa deve ter cozinhado umas 32.000 refeições. Mas, por minha vida, eu não consigo me lembrar do cardápio de nenhuma dessas 32.000 refeições. Mas de uma coisa eu sei:Todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho. Se minha esposa não tivesse me dado todas estas refeições durante estes trinta anos, eu estaria hoje, fisicamente, morto. Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à Igreja e me alimentado com sermões que ao seu tempo cumpriram o seu papel, me dando a força para enfrentar as aflições e lutas do "dia a dia", embora hoje eu não consiga me lembrar da maioria deles, sem eles, hoje eu estaria espiritualmente morto.

A igreja é uma maravilhosa ideia de Deus!
Porque ir à igreja???

Para nos alimentarmos, crescermos e vivermos o melhor de Deus.

Deus nos abençoe sempre.

O ÚLTIMO FOLHETO.















Todos os domingos à tarde, depois do culto da manhã, o pastor e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos evangelísticos.
Numa tarde de domingo, quando chegou a hora do pastor e seu filho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito. O menino se agasalhou e disse:
- 'Ok, papai, estou pronto. '
E seu pai perguntou:
- 'Pronto para quê meu filho?'
- 'Pai, está na hora de sairmos. '
Seu pai respondeu:
- 'Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito. '
O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:
- 'Pai, as pessoas não precisam de Deus em dias de chuva?'
Seu pai respondeu:
- 'Filho, eu não vou sair nesse frio. '
Triste, o menino perguntou:
- 'Pai, eu posso ir? Por favor!'
- 'Você pode ir, mas tome cuidado. '
Ele saiu, caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos a todos que via.
Depois de caminhar por cerca de duas horas na chuva, ele estava todo molhado, mas faltava o ÚLTIMO FOLHETO. Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas. Então ele se virou em direção à primeira casa que viu, caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha. Ele tocou mas ninguém respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez ninguém abriu a porta. Ele esperou, mas não houve resposta.
Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para ir embora, mas algo o deteve. Mais uma vez, ele se virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta bem forte. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali insistindo e esperando. Ele tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar. De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. Ela perguntou gentilmente:
- 'O que eu posso fazer por você, meu filho?'
Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este pequeno menino disse:
- 'Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS LHE AMA MUITO, eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e o seu grande AMOR. '
Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora.
Ela o chamou e disse:
- 'Obrigada, meu filho, e que Deus te abençoe.'
Na manhã do domingo seguinte, na igreja, o Pastor perguntou:
- 'Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?'
Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé.
Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia em seu rosto.
- 'Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. Antes do domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu havia chegado ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver.
Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas para o sótão da minha casa. Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço. De pé naquela cadeira, sozinha e com o coração partido, eu estava a ponto de saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou. Eu pensei:
- 'Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora. '
Eu esperei e esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa que estava tocando também começou a bater bem forte. Eu pensei:
- 'Quem neste mundo pode ser? Ninguém toca a campainha da minha casa ou vem me visitar. '
Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta, enquanto a campainha soava cada vez mais alta.
Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante e angelical que já vi em minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês! As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou com voz de querubim:
- 'Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS LHE AMA MUITO. '
Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos.
Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto.
Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Pois a partir daquele momento eu me transformei numa cristã.

Já que o endereço da sua igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui pessoalmente para dizer obrigado ao anjinho de Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade sem Deus. '

UNA-SE A UMA IGREJA.


Tenho plena convicção que a felicidade do homem passa pela família e pela igreja; ambas são instituições divinas, criadas para acolher e orientar o homem, na sua vida de comunhão com Deus e com o próximo. A família é a “Célula Mater” da sociedade, Infelizmente muitas famílias têm sido alvo de uma total desestrutura causada pelo próprio despreparo com que cada cônjuge chega ao casamento e pelo desprezo a Deus e à sua palavra. Como sempre, o pecado tem cobrado o seu preço. É justamente devido à desestrutura familiar que a igreja assume o papel de agente reestruturador da vida em família, e chega até mesmo, a preencher a lacuna deixada pela dissolução da mesma na vida de alguns indivíduos. Nos últimos anos temos dado especial atenção ao papel da igreja na vida das pessoas. Comumente, observo pessoas pelas quais o mundo não nutria mais nenhuma expectativa, desprezadas pelos amigos, pela sociedade e pela própria família; que encontram na igreja um novo sentido para as suas vidas. O papel da igreja não é apenas suprir as nossas necessidades espirituais, seu papel vai muito além.

O homem é um ser tricótomo, composto de corpo, alma e espírito; é, portanto necessário que sejam supridas as suas necessidades em cada uma destas áreas:
- O espírito do homem precisa se relacionar com Deus;
- A sua alma precisa que sejam organizadas as suas emoções e que haja um bom relacionamento com outras pessoas;
- E o corpo do homem, precisa de tudo que possa contribuir para que ele seja saudável.
A igreja é, portanto, a idéia de Deus que visa dar ao homem a oportunidade de suprir todas as suas necessidades. Através da igreja o homem cresce em sua relação com Deus; na relação interpessoal; e até mesmo, na sua visão de si mesmo.

Na igreja, encontramos facilmente pessoas que não se amavam nem acreditavam em si mesmas, pessoas que nunca se acharam bonitas nem tinham coragem de falar em público; e que superaram tudo isto através do amor de Deus e da ação restauradora operada através da sua igreja. Por esta razão é maravilhoso ver a igreja como uma brilhante idéia de Deus, e um presente sem igual para todos os homens.

Vamos ver o que a Bíblia diz a respeito:

“Não havia entre eles necessitado algum. Pois todos os que vendiam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos e repartia-se a cada um, conforme a sua necessidade” (Atos 4:34–35).


O cuidado com os irmãos tem sido uma marca da igreja desde os primeiros cristãos; é sempre muito importante que todas as necessidades sejam supridas. O próprio Senhor Jesus demonstrou isto na multiplicação dos pães; mostrou que é responsabilidade da igreja alimentar os famintos, e que, ainda que os nossos recursos sejam poucos, quando colocados nas mãos de Cristo e por ele abençoados, serão capazes de alimentar multidões e ainda sobrar.

“Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum” (Atos 2:44).

Um dos aspectos mais fascinantes da vida da igreja é a comunhão; é incrível como a igreja consegue aglutinar pessoas de culturas, idades e condições sociais as mais diversas. Nenhuma outra instituição consegue reunir um grupo tão diverso de pessoas e fazer com que vivam de forma tão harmoniosa. A igreja, com isso, consegue dar aos seus membros um sentido de vida em família com tanta interação que muitas vezes não é alcançado nem mesmo na família natural.

“Perseveravam na doutrina dos apóstolos, na comunhão. No partir do pão e nas orações” (Atos 2:42). “Perseverando unânimes todos os dias no templo”. (Atos 2:46)

Um dos segredos para o crescimento espiritual de qualquer cristão é o estudo da palavra de Deus. A igreja nos proporciona um estudo profundo da palavra Deus, que nos leva a uma compreensão mais clara acerca do propósito que ele tem para as nossas vidas. É maravilhoso sentir o cuidado dos nossos pastores e o efeito restaurador que a palavra ensinada produz; perseverar na doutrina dos Apóstolos nos dá a segurança de que estamos no caminho certo e, portanto, agradando a Deus.

“Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo” (Atos 2:47). “Tudo o que tem fôlego louve ao Senhor” (Salmos 150:6).

Louvar a Deus é algo que produz no ser humano um sentimento de satisfação indescritível. A Bíblia diz que o louvor liberta; quando louvamos a Deus o nosso espírito lhe exprime a nossa gratidão, nossa admiração e o nosso amor. Através do louvor Deus fala também ao nosso coração, produzindo uma profunda harmonia entre Deus e o homem; assim sendo, a igreja proporciona ainda ao homem a oportunidade de entrar na presença de Deus em profunda adoração.

“Os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante temor” (Atos 4:33).

A igreja também nos dá a oportunidade de servir a Deus das mais diversas formas. A tarefa maior da Igreja é levar a mensagem do evangelho a todos os povos. Além disso, existem na igreja, diversos ministérios, através dos quais podemos cumprir o nosso serviço de adoração, evangelização, compaixão e tantos outros.

Procure o mais rápido possível uma igreja que lhe ensine a palavra de Deus e leve-o a Deus em adoração. Uma igreja que cuide de você e de sua família, que lhe ofereça a oportunidade de servir a Deus através da evangelização e dos diversos ministérios que a mesma abrace, verifique que esta receba-o amavelmente em sua comunhão.
Una-se à mesma; garanto-lhe que depois disto sua vida nunca mais será a mesma.

Não perca mais tempo, una-se a uma igreja.

Deus te abençoe sempre.

Rev. Jademir Barbosa.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

A AUTORIDADE DA BÍBLIA.

“Purificando as vossas almas pelo Espírito na obediência à verdade, para o amor fraternal, não fingido; amai-vos ardentemente uns aos outros com um coração puro; Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre. Porque toda a carne é como a erva,e toda a glória do homem como a flor da erva.Secou-se a erva, e caiu a sua flor; Mas a palavra do Senhor permanece para sempre.E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”
(I Pedro 1:22-25).


Algumas Confissões de Fé publicadas por Igrejas ou organizações cristãs dizem: "A Bíblia é a Palavra de Deus, a infalível regra de fé e prática". Há, entretanto, uma outra declaração, ainda mais forte, que diz: "A Bíblia é a infalível Palavra de Deus, a única regra de fé e de prática". Embora pareça sutil, faz uma grande diferença onde você coloca a palavra infalível nas duas declarações. A segunda afirmação intenciona comunicar claramente que a Bíblia, em sua totalidade, não comete erros. Os manuscritos originais (as primeiras cópias) não continham erros.

Nos últimos anos a palavra inerrância tem sido preferida à palavra infalibilidade. Inerrância é a palavra que descreve hoje a posição evangélica mais conservadora, no que diz respeito às Escrituras. As palavras mudam seu sentido, inclusive por empobrecimento ou enriquecimento. E assim alguns passaram a utilizar a palavra “infalível” para indicar algo menor do que “inerrante”. Estas pessoas sugerem que a Bíblia é fidedigna em certas áreas (tais como a fé e a moral) ao passo que não é totalmente fidedigna noutras áreas (tais como em questões de história e ciência). Parte daquilo que a Bíblia diz, afirma ou ensina, em rigor, segundo estas pessoas, não seria verdade, ainda que seu registro tenha sido motivado por “boas intenções”. Por isto, tais pessoas esposam o conceito de “errância” das Escrituras.

Dr. Edward J. Young (1907-1968) define a inerrância das Escrituras afirmando que cada asserção da Bíblia é verdadeira, quer a Bíblia se refira ao que se deve crer (doutrina) ou como devemos viver (ética), ou se narra acontecimentos históricos.[1] Ou seja, a Bíblia é a Palavra de Deus, sem erro em todas as áreas que menciona. “Todas as áreas”, e não somente em questões religiosas! É óbvia a grande diferença entre as duas formas de crer.

De acordo com os escritores da Declaração de Chicago sobre a Inerrância Bíblica, os termos negativos infalível e inerrante "têm valor especial, pois explicitamente asseguram verdades positivas cruciais". A Declaração de Chicago, elaborada em outubro de 1978 pelo Concílio Internacional sobre Inerrância Bíblica para afirmar a autoridade das Escrituras, continua:

Infalível significa a qualidade de não errar nem ser induzido ao erro, salvaguardando assim categoricamente a verdade de que a Escritura Sagrada é autoridade e regra certa, segura e confiável em todas as questões.

Similarmente, inerrante significa a qualidades de ser isento de falsidade ou erro, salvaguardando assim a verdade de que a Escritura Sagrada é inteiramente verdadeira e confiável em todas as suas declarações.[2]

A autoridade da Bíblia se baseia no fato de que ela é a inerrante palavra de Deus e foi dada aos homens como fonte de revelação da vontade de Deus. Para tanto é preciso que a Bíblia seja lida como foi originalmente escrita, assim, história deve tratada como história, poesia como poesia, hipérboles e metáforas como hipérboles e metáforas, generalizações e aproximações assim como e assim por diante. As diferenças entre as convenções literárias dos tempos bíblicos e do nosso tempo devem ser respeitadas [...] narrativas não cronológicas e citações imprecisas eram convencionais e aceitáveis e não violavam nenhuma expectativa naqueles dias [...] A Escritura é inerrante, não no sentido de ser absolutamente exata pelos padrões modernos, mas no sentido de cumprir suas afirmações e alcançar aquela medida de verdade específica visada por seus autores.[3]

Numa lista de Vinte Artigos de Afirmação e Negação, a Declaração de Chicago continua e confirma a necessidade de se entender como Deus inspirou certos homens para escreverem a Escritura em certas épocas e sob certas circunstâncias. O Artigo XIII diz: "Afirmamos a propriedade de se utilizar inerrância como um termo teológico com referência à completa veracidade da Escritura”.

Estes autores concluíram que a inerrância bíblica é o alicerce para a autoridade bíblica. A autoridade da Bíblia depende somente do fato de ser ela a Palavra de Deus. Ou aceitamos a Escritura como totalmente confiável e fidedigna em toda a matéria que registra, afirma e ou ensina, ou então que ela veio a nós como coletânea de escritos religiosos que contém tanto a verdade quanto o erro. Cremos que as Escrituras do Antigo e do Novo Testamento são verdadeiramente fidedignas e verazes, assim como Deus é veraz? Pois se a Bíblia é infalível e inerrante, então ela deve dar a última palavra - o mais elevado padrão de autoridade. E se a Palavra de Deus é autoridade, ela exige obediência de nossa parte.

D. Martyn Lloyd-Jones (1899-1981) destaca que o ataque contra a autoridade das Escrituras teve início em meados do século XVIII, quando os eruditos começaram a defender a visão da "Alta Crítica". Pressuposições naturalistas, juntamente com o conhecimento e o racionalismo humanos e novas descobertas científicas eram trazidos e utilizados na tentativa de analisar a Bíblia e "entender sua verdade real". Tudo isso levou ao movimento que conhecemos como Liberalismo Teológico, o qual influenciou os séculos XVIII e XIX. O liberalismo via a Bíblia como repleta de erros, como obra humana sem maior autoridade do que as obras de Shakespeare ou Camões.

Com o alvorecer do século XX, teve início um novo movimento. Pensadores neo-ortodoxos tentaram restaurar parte da autoridade da Bíblia, reafirmando a pecaminosidade do homem e alegando que, embora a Bíblia não seja a Palavra de Deus, ela "contém a Palavra de Deus". Conforme Lloyd-Jones descreve: "Dizem-nos que a Bíblia é em parte a Palavra de Deus e em parte a palavra de homens. Em parte ela tem grande autoridade e em parte não tem autoridade alguma".

Lloyd-Jones observa que ficamos diante de uma questão básica:

Quem decide o que é verdade? Quem decide o quem tem valor? Como você pode distinguir e estabelecer a diferença entre os grandes fatos que são verdadeiros e os que são falsos? Como pode diferenciar entre fatos e ensinamentos? Como pode separar a mensagem essencial da Bíblia do pano de fundo no qual é apresentada?[...]

Toda a Bíblia chega a nós e se oferece exatamente da mesma maneira. Não há nenhum indício, nenhuma indicação que sugira que partes dela são importantes e que partes não são. Toda ela chega a nós da mesma forma.[4]

O liberalismo e a neo-ortodoxia ainda estão entre nós de todas as formas concebíveis. Conforme Lloyd-Jones escreveu em 1957:

A posição moderna está de acordo com isso, ou seja, que realmente é a razão humana quem decide. Você e eu nos aproximamos da Bíblia e temos de tomar nossas decisões com base em certos padrões, os quais obviamente estão em nossa mente. Decidimos que uma porção está conforme a mensagem na qual cremos e que outra porção não está. Ainda estamos nesta mesma posição, a despeito de toda a conversa sobre uma nova situação hoje, em que o conhecimento e o entendimento humanos são os árbitros supremos e a suprema corte de apelação.[5]

Tanto os pastores, mestres e líderes, quanto ovelhas, alunos e membros da igreja em geral, todos podemos ser apanhados pelas dúvidas e pelo ceticismo da nossa época. Até mesmo os grandes líderes do Cristianismo sabem o que é lutar com isso. Este é um combate em que tem havido muitos vitoriosos e vítimas fatais. É também um combate que pode subir ao púlpito. Pois a forma como a pessoa crê na Bíblia tende a afetar diretamente a pregação e seus efeitos. Na boca do profeta Jeremias a Palavra de Deus era como fogo. “Eis que converterei em fogo as minhas palavras na tua boca” (Jr 5.14) e, “Não é a minha palavra fogo, diz o Senhor, e martelo que esmiúça a penha?” (Jr 23.29).

Como denominação a Igreja do Nazareno é firme e categórica em afirmar: A Bíblia é a inerrante palavra de Deus, é autoridade em todas as questões morais, éticas ou espirituais. deve portanto ser seguida e respeitada como A palavra de Deus.


Deus nos abençoe sempre.

EU PREFIRO NÃO TER RAZÃO.


Segundo a mitologia grega, Procustro (o esticador), também chamado de Damastes, foi um gigante que morava na cidade de Eleusis. Ele convidava os viajantes a pousarem no seu castelo, onde havia uma cama de ferro. Se o convidado era muito grande para a cama, o gigante amputava a cabeça e as pernas do infeliz para retirar o excesso; se a vitima era muito pequena, ele esticava o coitado até atingir as pontas da cama. Ninguém cabia exatamente na cama de Procustro, até mesmo porque ela era ajustável. Segundo a mitologia, Procustro continuou enganando e matando os viajantes até que foi capturado por Teseu, o qual o colocou em sua própria cama e cortou-lhe fora a cabeça e os pés. Matando-o e acabando para sempre com o seu reino de horror... Será???

Infelizmente, tudo indica que procustro ressurgiu das cinzas e continua ainda hoje fazendo os seus estragos. Não da mesma forma que expressa a mitologia, mas através dos seus discípulos que insistem em tornar todos iguais. Em nome da razão reina a intolerância: As pessoas preferem ter razão a serem tolerantes com os seus semelhantes. Preferem ser guiadas pela razão a serem guiadas pelo amor. Preferem ver ruir relacionamentos, a abdicarem de suas sólidas estruturas racionais. Preferem matar e ferir uns aos outros a permitirem a liberdade de expressar paixão pelo time do coração. Preferem assistir ruir tudo à sua volta por conta de uma religião, fria, morta e sem respostas, mas que cabe em sua razão, ao invés de conhecerem ao “Rei dos Reis e Senhor dos Senhores”, que morreu na cruz pra lhes dar uma nova vida e inundar seus corações com uma paz e alegria que o mundo não conhece nem pode dar.

Eu prefiro não ter razão!
Prefiro não ter razão por um momento, mas esperar o meu cônjuge se tornar acessível para uma conversa onde a solidez do relacionamento é mais importante que a razão de um dos cônjuges.
Prefiro não ter razão, mas aproveitar as oportunidades para mostrar ao meu irmão que ele é mais importante que a minha satisfação pessoal. Prefiro não ter razão, mas ainda assim partir em busca de soluções ao invés de, em nome da razão, instaurar inquérito simplesmente para evidenciar culpados. Prefiro não ter razão, mas estar ao lado daquele que o mundo despreza.
Prefiro gastar meu tempo valorizando mais as pessoas que as minhas posições racionais.
Em nome da razão estamos matando pessoas, destruindo relacionamentos e perdendo o que de mais precioso existe nesta terra: A oportunidade de amar, tocar e influenciar positivamente nossos semelhantes. Pessoas que Deus coloca em nossa vida não para que lhes mostremos que somos bons e que temos razão, mas para que as amemos.

Jesus Cristo, desde o princípio já nos orientava a oferecer a outra face diante de uma ofensa, caminhar mais uma milha com quem nos obriga a ir uma, amar aos nossos inimigos, não trazermos assuntos que já foram resolvidos e perdoados de volta e outras coisas do gênero. Coisas que a nossa razão não entende nem concorda. Mas, quão precioso é andar nos ensinamentos do mestre da Galiléia. O que diz a nossa famigerada razão quanto ao fato de que se Deus espera de nós este tipo de atitude quanto aos nossos inimigos, certamente esperará algo muito mais nobre em relação a quem espera de nós amor, compreensão, motivação ajuda e amparo.

Um dia, quando já não fizer muita diferença se tínhamos ou não razão, aqueles que estiverem à nossa volta (se tivermos alguém à nossa volta), serão beneficiários da nossa herança social. Se lutamos mais pela razão que pelas pessoas, eles farão o mesmo. Se, no entanto, valorizamos mais as pessoas que as coisas, certamente teremos ao nosso lado pessoas que seguirão o nosso exemplo. Pessoas que observaram ao longo dos anos que em muitas coisas nós tivemos razão; mas não lutamos por isso. Porque elas (as pessoas), sempre foram o que havia de mais importante em nossas vidas. Um dia, elas irão também deixar de lado o “ter razão” e seguir aos ensinamentos do mestre da Galiléia.

Não sei se tenho razão em tudo isso, mas isso realmente não importa, o importante é refletir acerca destes conflitos e estar plenamente convicto de que: a despeito do que outros possam pensar esta é uma decisão minha, que diz respeito à minha vida e a de todos aqueles a quem eu possa tocar. Entre ter razão, obrigando cada um a pensar como eu e a caber na minha cama como fazia o famigerado gigante Procustro. Ou ter a oportunidade de ser alguém que está ao lado para amar, influenciar e servir as pessoas a quem eu possa alcançar. Eu ficarei sempre com a segunda opção. Decididamente... Eu prefiro não ter razão.

Deus os abençoe sempre.

Rev. Jademir Barbosa.

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Curso Bíblico Nova Vida



O Curso Bíblico Nova Vida foi concebido a partir da necessidade de um material que produzisse interesse aos amigos do evangelho pelo estudo da palavra de Deus. O mesmo é apresentado em cinco módulos, com quatro lições cada um, totalizando vinte lições de fácil compreensão e que promovem a interação dos alunos com a palavra de Deus, pois os mesmos precisam conferir na Bíblia para completarem as lições.
Os Módulos são:
- A CRIAÇÃO.
- O PECADO.
- JESUS CRISTO.
- QUATRO PASSOS PARA SER FELIZ.
- O PROPÓSITO DE DEUS PARA SUA NOVA VIDA.

Em cada módulo o aluno é levado a se aproximar de Deus, da palavra de Deus e de sua igreja, sendo sempre incentivado a entregar a vida ao Senhor Jesus Cristo.

Este curso tem sido ministrado em nossa igreja (Igreja do Nazareno em Piedade, Jaboatão - PE), e em diversas outras igrejas no Brasil com um ótimo aproveitamento, inclusive com diversas conversões nos últimos anos. O mesmo deve ser ministrado a pessoas que tenham interesse em aprender a palavra de Deus e a novos convertidos. É um excelente material para Pequenos Grupos e tem inclusive sido amplamente usado para grupos de discipulado e até mesmo para iniciar congregações.
Nossa oração é que Deus os abençõe ricamente e que esta ferramenta possa lhes ser útil no ministério.

Faça o download gratuito do CURSO BÍBLICO NOVA VIDA no site:

http://www.nazarenopiedade.com.br/

Deus os abençoe sempre.

Pastor Jademir Barbosa.

QUANTO CUSTA UM FILHO?



















Incalculável o preço. Não em somas monetárias. Recursos materiais. Bens fungíveis. Tais valores não contam e não somam quando calculamos o preço a ser pago pela criação, educação e formação de um filho. Tais valores são necessários, mas não primordiais ao buscarmos dar à sociedade uma pessoa equilibrada. São muitos os pais que deixam aos filhos fortunas incalculáveis. Mas não conseguiram semear no coração do filho uma relação de amizade, respeito, amor, consideração e valor pela vida. Por isso os bens são dilapidados. A falência chega como a testificar que os valores desejados eram outros. Há pressa em se desfazer das lembranças do passado. Daqueles que amealharam bens materiais, mas não os envolveram na expressão amiga do andar juntos numa tarde amena da primavera juvenil.

Ao calcular o preço concluímos que o filho não precisa de dinheiro, bens materiais, seguros expressivos, casas bonitas e bem mobiliadas ou carros do ano para o racha da madrugada. Esses bens são dispensáveis para se vencer na vida. Bens que conseguimos adquirir com os nossos esforços. Quando assim procedemos eles ganham significados especiais. São valorizados com maior sentimento. Não os perdemos com facilidade, pois que os administramos com maior dedicação e sacrifício.

Tudo começa com o conceito que temos de família. Ao admiti-la descartável, geramos condições para ferir vidas inocentes. Não damos à vida o seu real significado. Tal proceder pode ocorrer a partir do namoro, com relacionamentos pré-conjugais. Ausência de compromisso com a pureza. O abrir mão de valores simples, mas fundamentais, na edificação do arcabouço familiar. A falta de respeito pela dignidade do outro. O não considerar os limites da pessoa amada. Crer que o amor é ser feliz em lugar de fazer o outro feliz. A somatória de tal proceder, gera infelicidade.

Quais investimentos seu filho aguarda? Muito pouco. Alguns exemplos práticos comprovam que não há necessidade de grandes posses materiais para dar a um (a) filho (a) um viver equilibrado e feliz. O exemplo é a base fundamental. A relação dos pais com as coisas de Deus marca a mente e a vida dos filhos. A fidelidade aos cultos. À EBD. A mordomia financeira. Vida de oração. Culto doméstico. O amor aos irmãos. O não denegrir a Igreja, seus membros e seus líderes, se constituem em riquezas que os filhos preservarão com amor e transferirão aos seus descendentes. Muitos são os pais que choram porque seus filhos abandonaram a Igreja. Buscam culpados. Esquecem que eles (pais) contribuíram com persistência para que isto viesse a acontecer. Ninguém deseja dar a vida a uma organização que não serve e gera comentários negativos. Os pais respondem pela incredulidade e desamor dos filhos em relação às coisas sagradas.

O levar os filhos a um acampamento. A uma reunião especial do grupo etário, transmite uma mensagem de amor. São poucos minutos que valem ouro. Alguns pais nunca têm tempo para levar o filho a alguma reunião especial. Fazem dos filhos encomendas. Tudo fazem para entregar os filhos a um vizinho. A um irmão mais dedicado. São pais que desejam se livrar do incômodo que a companhia dos filhos gera. Desejam tempo livre para estar bem longe da prole. Para estes, os filhos são cargas perecíveis que devem ser transportadas por terceiros.

A maioria dos adolescentes e jovens que abandonaram a Igreja, nunca vivenciaram a alegria de ver os pais compartilhando dos trabalhos da Igreja. Não houve tempo no passado para estar com os filhos. Hoje tem todo o tempo necessário para chorar o desvio dos filhos e por acréscimo culpar a Igreja. Os filhos nunca esquecem a conversa amiga com os pais, as férias juntos, as brincadeiras no lar, as viagens, os dias de retiro da Igreja; O estar juntos a caminho da escola. Os pais a esperá-los após o aniversário do coleguinha. O compartilhar das alegrias de juntos crescerem no relacionamento que só a morte pode quebrar. Tudo isso tem elevado preço. Significa tempo e dedicação especial a quem amamos. À proporção que crescem, mais tempo é exigido para ser dedicado à pessoas tão especiais: Os nossos filhos. Seu filho não quer dinheiro. Pede apenas a sua presença nos acontecimentos simples da sua existência. Quanto custa o seu filho?

Você, pai, determina o valor.

Deus os abençoe sempre.

(MENSAGEM ENVIADA POR UM AMIGO)

MANTENDO A CHAMA ACESA.


A IGREJA DO NAZARENO surgiu em meio a um genuíno avivamento espiritual, mas foi a solidez de sua doutrina que contribuiu determinantemente para que esta se tornasse a igreja forte e compromissada com a obra missionária que é hoje.

Surgir em meio a um avivamento trouxe à IGREJA DO NAZARENO, muitas bênçãos que proporcionaram resultados sólidos no estabelecimento da mesma: Um povo de oração, visão missionária, compromisso com uma vida de santidade, dentre outras. O mover de Deus no nascimento desta igreja foi algo que impactou gerações. Mas se tudo dependesse apenas de avivamento a igreja não estaria estabelecida como tantas outras que ficaram pelo caminho; ou que já não têm o vigor dos seus primeiros anos.

Após o fogo do avivamento palha vira cinza; a doutrina é o que permanece, é o que impulsiona um povo inflamado a continuar com sede de Deus. Por isso a palavra de Deus declara que “não havendo profecia o povo perece” (Prov. 29:18). Somente um povo forte na doutrina “sabe” em quem tem crido em meio a tantas falsas doutrinas; somente um povo forte na doutrina não é levado ao redor por qualquer vento doutrinário (e são tantos hoje em dia); somente um povo forte na doutrina é capaz de servir a Deus com emoção e alegria, sem no entanto, basear nisso a sua crença nem se deixar confundir pela mesma emoção nos momentos em que a tribulação bater à porta. Somente um povo forte na doutrina consegue identificar as armadilhas postas à beira do caminho pelo inimigo e permanecer firme no Caminho da santidade; somente um povo forte na doutrina sabe que Deus é poderoso para guardar o seu tesouro até o dia final.

Os primeiros nazarenos passaram pela inteira santificação; uma experiência que impactou e transformou profundamente suas vidas. Havia uma nova paz inundando seus corações que lhes dava poder, valor e autoridade; além de um otimismo radiante. Na verdade, cheios do Espírito Santo, eles criam que poderiam transformar o mundo. Mas isto não era fruto de emoção. A emoção estava presente sim, porém o ímpeto que movia aquela geração vinha de uma verdade bíblica que invadiu os seus corações.

Uma forte emoção pode prover a motivação para iniciar um movimento. Mas somente uma verdade fincada nos corações pode mantê-lo e levá-lo adiante. Neste caso as doutrinas gêmeas da inteira santificação e da perfeição cristã deram aos fundadores da IGREJA DO NAZARENO, o combustível necessário para impulsionar a obra de santificação até aos nossos dias. Cabe à nossa geração entregar este legado às gerações futuras e manter a chama acesa até que o Senhor venha buscar a sua igreja.

Esta é a nossa particular comissão.

Deus nos abençoe sempre.

Rev. Jademir Barbosa.

AS FERRAMENTAS DE UM PASTOR.



TEXTO BASE: “Fiel é esta palavra: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja”
(I Timóteo 3:1).


TEMA: Cumpra a sua função pastoral com amor, compaixão e responsabilidade para com Deus e com as suas ovelhas.

INTRODUÇÃO:
A palavra de Deus nos apresenta várias ferramentas que auxiliam na função pastoral. Algumas das que vou apresentar aqui talvez possam parecer-nos um pouco estranhas, mas posso garantir que cada uma delas tem fundamental importância no exercício da função pastoral. Espero em Deus que hoje possamos conhecer algumas, rever outras e colocarmos em pratica todas.


I) CAJADO: Ferramenta de busca e cuidado.
“A tua vara e o teu cajado me consolam” (Salmo 23:2). O cajado não é ferramenta de disciplina; é uma ferramenta que deve lembrar ao pastor de buscar e salvar as suas ovelhas.

II) VARA: Ferramenta de correção.
“Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno” (Provérbios 23:14). A vara deve lembrar ao pastor que é sua obrigação disciplinar as suas ovelhas. Sempre com amor, visando não o castigo em si, mas a correção.


III) ALFORGE: Ferramenta que nos permite guardar aquilo de que precisamos.
“E tomou o seu cajado na mão, e escolheu para si cinco seixos do ribeiro, e pô-los no alforje de pastor, que trazia, a saber, no surrão; e lançou mão da sua funda, e foi-se chegando ao filisteu”. (I Samuel 17:40). O alforje nos lembra que devemos aprender sempre e perdoar a cada dia. Guarde no seu alforje somente o que edifica o seu ser e consolida o amor. 


IV) FUNDA: Ferramenta para proteger as ovelhas.
“E Davi pôs a mão no alforje, e tomou dali uma pedra e com a funda lha atirou, e feriu o filisteu na testa, e a pedra se lhe encravou na testa, e caiu sobre o seu rosto em terra” (I Samuel 17:49) A funda deve sempre lembrar ao pastor que é sua função proteger as suas ovelhas dos ataques e artimanhas do inimigo.


V) LÂMPADA: Ferramenta para guiar o próprio pastor e às suas ovelhas em meio às trevas.
“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho” (Salmo 119:105) A lâmpada nos lembra que um pastor precisa valorizar 
a palavra de Deus a cada dia.

VI) PÃO: Ferramenta que permite alimentar pessoas.
“E, tomando os sete pães e os peixes, e dando graças, partiu-os, e deu-os aos seus discípulos, e os discípulos à multidão” (Mateus 15:36). A ordem de Jesus ainda ecoa: dai-lhes vós mesmos de comer. É função do pastor satisfazer as necessidades das ovelhas.


VII) TOALHA: Ferramenta que permite que sirvamos e sejamos vistos como servos.
“Levantou-se da ceia, tirou as vestes, e, tomando uma toalha, cingiu-se” (João 13:4). Jesus vestiu uma roupa própria de um escravo para poder lavar os pés dos discípulos, precisamos também despir-nos dos nossos títulos e simplesmente servirmos.


VIII) BACIA: Ferramenta que nos permite lavar os pés uns dos outros.
“Depois deitou água numa bacia, e começou a lavar os pés aos discípulos, e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido” (João 13:5) Jesus teve que se ajoelhar diante dos discípulos para lavar-lhes os pés, será que estamos dispostos a nos humilharmos para servir?


IX) ÓLEO: Ferramenta que nos leva a cuidar e aliviar o sofrimento.
“Desde a planta do pé até a cabeça não há nele coisa sã, senão feridas, e inchaços, e chagas podres não espremidas, nem ligadas, nem amolecidas com óleo” (Isaías 1:6). Um pastor jamais pode esquecer-se da sua missão de aliviar a dor e o sofrimento das ovelhas.


X) ARADO: Ferramenta que nos lembra que quem larga a obra não é apto para o reino.
“E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus”(Lucas 9:62). Quer você seja pastor ou esteja servindo em qualquer outra área ministerial, jamais largue o arado; para que não seja achado inapto para o reino.

Conclusão: Não é fácil ser pastor, mas o exercício da função pastoral só se justifica quando estamos dispostos a pagar o preço e usar as ferramentas adequadas para o cumprimento do propósito de Deus. Se, no entanto somos ovelhas, é importante que reconheçamos as ferramentas que o nosso pastor precisa usar, para que o compreendamos e possamos ajudá-lo em seu ministério. Cumpra a sua função pastoral com amor, compaixão e responsabilidade para com Deus e para as suas ovelhas.


Deus te abençoe sempre.

Esta mensagem foi motivada por mensagem de mesmo título, que apresentou cinco destas ferramentas, de autoria do Pr. Lázaro Aguiar Valvassoura.