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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Você é simplesmente fundamental


Uma bela igreja foi construída e as pessoas vinham de todas as partes para admirá-la.
Passavam horas admirando a beleza da obra! Lá em cima, no telhado, um pequeno prego a tudo assistia. 

Ele ouvia pessoas elogiando todas as partes da encantadora estrutura – exceto ele (o prego)! Sequer sabiam que ele estava lá, e começou a entristecer-se e ficar desapontado.

- Se sou tão insignificante, ninguém sentirá minha falta! Então o prego desistiu de sua função, deixou de fazer o seu trabalho e aos poucos foi deslizando, até finalmente cair ao chão. 

Certa noite choveu muito. E onde faltava aquele prego, o telhado começou a ceder, separando as telhas; A água escorreu pelas paredes, murais; O gesso começou a cair, o tapete e o altar ficaram cheios de água. Tudo isto porque um pequeno prego pensou que era insignificante e que poderia simplesmente desistir de seu trabalho!

Mas aquilo se mostrou um terrível engano, um erro que trouxe sérias consequências…

Todos somos importantes na obra de Deus.
 
Cada um de nós tem o seu valor.
 
Deus nos confiou tarefas, como orar, evangelizar, testemunhar, limpar, cuidar de algo ou de alguém, amar, abraçar, ouvir, sorrir, pregar e tantas outras coisas mais que a sua obra requer de nós…

não desista nem pense que por não lhe darem o devido valor, você em algum momento seja insignificante, muito pelo contrário… para Deus, e mesmo para aqueles que não reconheçam isto, você é simplesmente fundamental. Deus te abençoe sempre.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O Jovem crente e as redes sociais.

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Pessoal, precisamos estar alertas, parabenizo esta jovem pela coragem e pelas preciosas palavras.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

AS FERRAMENTAS DE UM PASTOR




TEXTO BASE: “Fiel é esta palavra: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja”
(I Timóteo 3:1).


TEMA: Cumpra a sua função pastoral com amor, compaixão e responsabilidade para com Deus e com as suas ovelhas.

INTRODUÇÃO:
A palavra de Deus nos apresenta várias ferramentas que auxiliam na função pastoral. Algumas das que vou apresentar aqui talvez possam parecer-nos um pouco estranhas, mas posso garantir que cada uma delas tem fundamental importância no exercício da função pastoral. Espero em Deus que hoje possamos conhecer algumas, rever outras e colocarmos em pratica todas.


I) CAJADO: Ferramenta de busca e cuidado.
“A tua vara e o teu cajado me consolam” (Salmo 23:2). O cajado não é ferramenta de disciplina; é uma ferramenta que deve lembrar ao pastor de buscar e salvar as suas ovelhas.

II) VARA: Ferramenta de correção.
“Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno” (Provérbios 23:14). A vara deve lembrar ao pastor que é sua obrigação disciplinar as suas ovelhas. Sempre com amor, visando não o castigo em si, mas a correção.


III) ALFORGE: Ferramenta que nos permite guardar aquilo de que precisamos.
“E tomou o seu cajado na mão, e escolheu para si cinco seixos do ribeiro, e pô-los no alforje de pastor, que trazia, a saber, no surrão; e lançou mão da sua funda, e foi-se chegando ao filisteu”. (I Samuel 17:40). O alforje nos lembra que devemos aprender sempre e perdoar a cada dia. Guarde no seu alforje somente o que edifica o seu ser e consolida o amor. 


IV) FUNDA: Ferramenta para proteger as ovelhas.
“E Davi pôs a mão no alforje, e tomou dali uma pedra e com a funda lha atirou, e feriu o filisteu na testa, e a pedra se lhe encravou na testa, e caiu sobre o seu rosto em terra” (I Samuel 17:49) A funda deve sempre lembrar ao pastor que é sua função proteger as suas ovelhas dos ataques e artimanhas do inimigo.


V) LÂMPADA: Ferramenta para guiar o próprio pastor e às suas ovelhas em meio às trevas.
“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho” (Salmo 119:105) A lâmpada nos lembra que um pastor precisa valorizar 
a palavra de Deus a cada dia.

VI) PÃO: Ferramenta que permite alimentar pessoas.
“E, tomando os sete pães e os peixes, e dando graças, partiu-os, e deu-os aos seus discípulos, e os discípulos à multidão” (Mateus 15:36). A ordem de Jesus ainda ecoa: dai-lhes vós mesmos de comer. É função do pastor satisfazer as necessidades das ovelhas.


VII) TOALHA: Ferramenta que permite que sirvamos e sejamos vistos como servos.
“Levantou-se da ceia, tirou as vestes, e, tomando uma toalha, cingiu-se” (João 13:4). Jesus vestiu uma roupa própria de um escravo para poder lavar os pés dos discípulos, precisamos também despir-nos dos nossos títulos e simplesmente servirmos.


VIII) BACIA: Ferramenta que nos permite lavar os pés uns dos outros.
“Depois deitou água numa bacia, e começou a lavar os pés aos discípulos, e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido” (João 13:5) Jesus teve que se ajoelhar diante dos discípulos para lavar-lhes os pés, será que estamos dispostos a nos humilharmos para servir?


IX) ÓLEO: Ferramenta que nos leva a cuidar e aliviar o sofrimento.
“Desde a planta do pé até a cabeça não há nele coisa sã, senão feridas, e inchaços, e chagas podres não espremidas, nem ligadas, nem amolecidas com óleo” (Isaías 1:6). Um pastor jamais pode esquecer-se da sua missão de aliviar a dor e o sofrimento das ovelhas.


X) ARADO: Ferramenta que nos lembra que quem larga a obra não é apto para o reino.
“E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus”(Lucas 9:62). Quer você seja pastor ou esteja servindo em qualquer outra área ministerial, jamais largue o arado; para que não seja achado inapto para o reino.

Conclusão: Não é fácil ser pastor, mas o exercício da função pastoral só se justifica quando estamos dispostos a pagar o preço e usar as ferramentas adequadas para o cumprimento do propósito de Deus. Se, no entanto somos ovelhas, é importante que reconheçamos as ferramentas que o nosso pastor precisa usar, para que o compreendamos e possamos ajudá-lo em seu ministério. Cumpra a sua função pastoral com amor, compaixão e responsabilidade para com Deus e para as suas ovelhas.


Deus te abençoe sempre.

Esta mensagem foi motivada por mensagem de mesmo título, que apresentou cinco destas ferramentas, de autoria do Pr. Lázaro Aguiar Valvassoura.

Claudio Valvassoura.





Claudio Valvassoura. Filho, pai, irmão... amigo. 

O dia 14 de fevereiro de 1971 foi marcante na vida de Lázaro Aguiar e Lúcia Valvassoura: pela primeira vez, pegaram no colo o pequeno Claudio Lysias Valvassoura. O primogênito nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em uma época em que os recursos financeiros eram escassos tanto que o seu enxoval foi doado. Se faltava dinheiro, sobravam alegria e amor.
O nome foi uma escolha do pai que quis homenagear um amigo: Claudio Lysias, filho do reverendo Nafitali – um pastor presbiteriano.
O garotinho forte foi crescendo dentro da igreja como era de se esperar de um filho de pastor. Pequeno, Claudio dormia nos bancos do templo. O seu 'playgrouynd' era o pátio da igreja.
Claudio era um garoto calado, muito esperto e amoroso. Tinha uma admiração profunda por pastores. Para ele, os pastores eram “pés-tor (sic)”. Ao mesmo tempo em que era reservado, ele tinha uma veia brincalhona.
E o menino foi crescendo. E quando jovem sua beleza física se destacava. Sua alegria também. Gostava de ter amigos. Mas o que também chamava atenção em sua juventude era a sua resistência à dor. Era Claudio quem se machucava, mas quem chorava era seu irmão, Flávio. E sem sombra de dúvida, ele assumiu o seu papel de irmão mais velho. Chegou a quebrar um dos seus braços para defender o Flávio. Kelly cresceu e sempre foi sua protegida.
E por falar em família, Claudio tinha uma admiração profunda pelo pai. No trato com as outras pessoas, se referia ao chefe da família, como o “véio (sic)”. Da mãe, foi sempre muito amigo. Amava profundamente suas filhas, Ana Carolina e Sarah .
Seu carinho contagiava a todos. Sempre fazia questão de buscar a avó, dona Maria Remanowski, e a tia, Chiquinha, na Baixada Fluminense. Era uma festa buscá-las. Além de amá-las, adorava dirigir.
Aos amigos passava confiança. Mas uma coisa todo mundo reconhece: quando tomava uma decisão, não voltava atrás. Cabeça dura? Ao contrário, era determinado em tudo o que fazia. Em sua vida realizou muitos sonhos. Cursou faculdade, recentemente terminou um MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria na FGV. Como empresário preparava-se para inaugurar um comércio no setor alimentício. Era um homem empreendedor. Tinha muitos planos para o futuro, mas os nossos planos não são os do Senhor.
Deus deu o Claudio como um precioso presente aos seus pais e irmãos e filhas, porém, quis levá-lo de volta. As lágrimas têm banhado os nossos rostos pela saudade que deixará, mas cremos que o encontraremos na glória eterna.
Damos graças ao Senhor por ter nos dado a oportunidade de conviver, por 41 anos, com o nosso querido Claudio. Ele nos contagiou com seus sorrisos espontâneos e sua sinceridade. Ele não está mais conosco, mas ainda cremos que “Deus é bom e sua misericórdia dura para sempre.”

domingo, 2 de setembro de 2012

Ovelhas Fracas, mas Inteligentes.

Ovelhas fracas, mas inteligentes
Jesus é o nosso pastor. Tomando o exemplo de um pastor hebreu, ele age, cuida, consola, exorta e dirige-nos pela caminhada até pastos verdejantes e águas tranqüilas. Somos ovelhas dele. Como tal, somos fracas e totalmente dependentes. Traduzindo, temos plena noção de que, para vivermos, tudo precisa vir dEle. Não há nada em nós que nos dê esperança ou confiança para vivermos sozinhas. Somos pobres de Espírito. Pobres de recursos. Confiamos somente em sua graça.
É muito arriscado viver, caminhar, avançar ou crescer longe de seus cuidados, ternos e amáveis. Os problemas são os lobos, tentando minar nossas vidas; além deles, temos os falsos pastores, com falsos ensinos e apenas interessados no que temos para dar, sem alguma preocupação com nossa alimentação, saúde e crescimento.
Mas há mais um detalhe nas ovelhas que Jesus não deixa passar despercebido em sua parábola em João 10: elas são inteligentes. O que elas tem de fraqueza, tem de inteligência. Para elas, não há dúvidas quanto à voz e a autoridade de seu pastor. Pelo som apenas, sem precisar vir, discernem se quem as chama é ou não o verdadeiro pastor.
Somente esse detalhe da parábola nos faz ver que não faz sentido a ignorância quase generalizada assalta o rebanho brasileiro. Como tem dificuldade em reconhecer quem lhes fala, quem lhes ensina. Pior, aceitam tudo sem analisar, à luz das Escrituras, a procedência e a conformidade com os ensinos de Jesus e chamam de críticos os que o fazem, travestindo-se de uma falsa humildade por não julgar o conteúdo da mensagem que recebem.
Parece que tudo se inverteu atualmente. O rebanho brasileiro é forte; suas ovelhas, independentes. Não precisam de pastor. Confiam sua própria sorte à emoção e à impressão, próprio ou de terceiros. Alimentam-se de tudo e tem sua própria bússola. Não é em vão que há muitas perdidas, precisando voltar aos “antigos caminhos”. Confiam em si mesmas, em seu tempo de igreja, na função que desempenham, na influência que exercem. A Palavra do pastor? Não precisam. A mensagem chega direto pelo “profeta”, personalizada.
Mas sendo fortes, tornaram-se néscias. Não ouvem seu Pastor, por isso erram o caminho. Não O veem, logo não O seguem. Antes, o mitificam. Tem noção de como Ele seja, reconhecem alguns de Seus ensinamentos, mas ignoram pontos mais confrontantes e exigentes de Sua mensagem. Portanto, não crescem, vivem doentes, com comportamentos infantis. Não se doam, levam uma vida longe do recomendado a elas.
A Palavra de Deus permanece, meus irmãos. Ou confiamos em Jesus e sua Graça, ou morremos. Ou damos à sua Palavra o valor que lhe é devido, ou sofreremos por nossa ignorância. E dar valor a ela é submeter-se, debruçar-se sobre seus ensinos até que eles sejam absorvidos e transformem-nos; é rejeitar falsos ensinos e combatê-los, sob perigo de desviarmos a rota que nos leva aos lugares que ele nos reserva; é ter ouvidos acurados para somente dar atenção ao nosso Pastor.
Que o Senhor nos livre dos falsos pastores e dos lobos, mas que nos livre de nossa própria ignorância e soberba, que tenta nos fazer achar que Sua Palavra é substituível e sua voz apenas mais uma no meio da multidão. Caso contrário, os pastos serão insípidos, insossos e deletérios; a alma sempre amargurada pelas demandas da vida; o temor, provocado pela ausência do pastor, um companheiro de jornada; e as águas tranqüilas, inatingíveis.
Por Tiago Lino Henriques – Editor do Blog do Lino
www.tiagolinno.wordpress.com