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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Cheiro de Ovelha - de Phil Ware

Em dezembro de 2006, na rodovia 36, em Brazoria, no Texas, alguém roubou o bebê Jesus e a manjedoura dele. Bem, não era exatamente Jesus; era a estatueta de Jesus do presépio da cidade. Foi roubado e parecia que a cidade toda ficou deprimida por conta disso. Assim, quando montaram o presépio de 2007, não havia nenhum bebê Jesus ou manjedoura.



O povo em Brazoria não está só. O problema é chamado de “Síndrome do Bebê Jesus Roubado” e acontece todos os anos. O bebê Jesus é roubado de presépios ao redor do país. Na realidade, histórias sobre o desaparecimento do bebê Jesus são encontradas em jornais e notícias de Televisão local ao redor do mundo. É natural que qualquer pessoa que ouvir esta história dirá algo do tipo, “Quem faria uma coisa dessas?”



Neste Natal, temos problemas muito maiores do que um bebê Jesus de plástico roubado de uma falsa manjedoura num presépio. E se formos honestos com nós mesmos, o verdadeiro Jesus é freqüentemente seqüestrado da nossa experiência de Natal por muitas razões. Às vezes é o nosso próprio stress, viagens, e preparativos para os feriados que nos privam de Jesus. Às vezes é a pressão daquilo que dizem ser “politicamente correto” que remove Jesus desta época e o substitui com bonecos de neve e rena. Às vezes, é o exagero, falsidade e rudeza daqueles que se chamam de Cristãos que roubam Jesus desta temporada. Foi por isso que Deus incluiu pastores na história (Lucas 2:8-20).



Antigamente, pastores gozavam de um status de “mais favorecido” nas histórias da Bíblia. Grandes heróis da fé – como Abraão, Moisés e David – foram pastores. Um dos salmos mais amados fala de Deus como um pastor (Salmo 23). Quando Jesus nasceu, porém, pastores haviam sofrido vários séculos de relações públicas ruins. Eles eram pobres. Eles viviam ao ar livre. Eles não eram refinados. Eles não eram educados. Pior de tudo, eles cheiraram como ovelhas. O termo técnico usado pelo povo nos dias de Jesus para descrever pastores e outras pessoas menos aceitáveis eram “am haaretz” – significando “povo comum”, ou “pessoas da terra.” Deixe-me assegurá-lo, ser classificado “am haaretz” não era nenhum elogio nos dias de Jesus.



As “pessoas da terra" não eram consideradas boas candidatas para serem religiosas. Elas eram consideradas sujas, rudes e desleixadas. Elas não tinham o tempo para estudar todas as tradições religiosas, e assim não podiam cumprir os padrões legalistas da retidão religiosa. Elas estavam muito ocupadas fazendo trabalho sujo para serem consideradas puras o bastante para serem religiosamente desejáveis. Elas eram pobres demais para ir nas peregrinações religiosas para os lugares sagrados de adoração. Por isso os religiosos nunca as considerariam fiéis a Deus. O último lugar em que se esperaria Deus revelar a sua glória era para um grupo destes "marginais".



No entanto, quando Deus chamou os anjos para anunciarem o nascimento de Jesus, Ele os enviou a pastores lá fora no campo, cuidando das suas ovelhas! Pense nisto: pastores sujos e fedorentos acampados ao ar livre, cuidando das suas ovelhas ouviram os louvores de anjos e correram para ver o bebê Jesus recém-nascido. Muitos hospitais não teriam permitido eles entrarem na sala de espera, muito menos na sala de parto. Mas Deus fez questão de que os pastores se sentissem em casa quando acharam o bebê Jesus. Ele estava deitado num cocho de alimento no lugar onde os animais eram mantidos – um lugar onde qualquer pastor se sentiria em casa.



Assim, bem no meio do nascimento do Filho de Deus, com todos os povos bons orando pedindo libertação a Deus, com os Romanos ocupados dominando o império e com as pessoas religiosas tentando proteger suas tradições, Deus colocou o Filho dele em uma manjedoura cercada por um grupo de marginais sujos e fedorentos conhecidos como pastores. O cheiro de ovelha e a fumaça das fogueiras dos acampamentos deles ainda permeava as roupas deles quando chegaram para cumprimentar o recém-nascido Rei dos Judeus.



A história dos pastores é a lembrança de Deus de que ninguém pode roubar a graça dele de nós. Não importa onde nós fomos, como nós cheiramos ou como as outras pessoas nos chamam. Há um lugar perto da manjedoura com o bebê Jesus, para cada um de nós.



Acho que é por isso que eu amo a história sobre o bebê Jesus roubado em Brazoria. Depois que um vento forte derrubou o presépio no domingo de 16 de dezembro de 2007, algumas pessoas apareceram para restaurar o presépio. Adivinhe o que elas acharam? Sim, o bebê Jesus estava de volta onde ele deveria estar. "Jesus", tinha sido devolvido para a manjedoura. "José e Maria", mais uma vez ficaram rodeados pelos animais e pastores enquanto se curvavam diante do Rei.



Para mim, esta é a pequena lembrança de Deus de que todos são bem-vindos para receber o presente da graça dEle. Nós somos bem-vindos nesta manjedoura. Até mesmo se nós federmos com o odor de nossas escolhas e reputações ruins, nós ainda somos bem-vindos. E se nós estivermos dispostos, o Vento do céu pode soprar, pela destruição dos descaminhos de nossas vidas e nos devolver Jesus novamente.



E aconteceu que um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor resplandeceu ao redor deles; e ficaram aterrorizados. Mas o anjo lhes disse: "Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor. Isto lhes servirá de sinal: encontrarão o bebê envolto em panos e deitado numa manjedoura". (Lucas 2:9-12 NVI).



Esta meditação é de Phil Ware, autor de "Devocional Para Hoje".

Deus nos abençoe sempre.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

CRESCIMENTO NA GRAÇA.

PERSEVERANÇA

ENCONTREI ESTA LINDA MENSAGEM NO SITE DO IRMÃO WILLIAN DOUGLAS.
http://www.williandouglas.com.br/
vale a pena conferir.




DEUS TE ABENÇOE SEMPRE.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

DEUS DE AMOR

Esta música é uma preciosidade que toca profundamente os nossos corações e traz esperança em meio às lutas e dores que a vida nos apresenta. É sempre muito bom saber que o Deus de amor está conosco em cada momento. Assista e se permita tocar pelo Espírito Santo.

Deus te abençoe sempre.

PROJETO "REFORÇO PRA VIDA"

O projeto “REFORÇO PRA VIDA” nasceu do clamor sempre constante no coração da Prª. Nhircelene Guimarães Paz de Moura, pela obra social. Sempre que encontra crianças carentes a pastora sente um desejo profundo de fazer algo em favor do suprimento das necessidades das mesmas. Assim sendo, depois de muito orar e definir um projeto de Deus para estas crianças, Ela lançou o desafio do projeto “REFORÇO PRA VIDA” e foi de imediato apoiada pela direção da igreja.

O homem é um ser tricótomo: composto de Corpo, Alma e Espírito. E precisa que as suas necessidades sejam atendidas plenamente em cada uma destas áreas. Ao redor deste enorme e maravilhoso país no qual vivemos podemos vislumbrar uma beleza que chega a fascinar. Mas ao mesmo tempo contemplamos a miséria e o desespero impressos nos rostos de boa parte deste povo tão sofrido e ao mesmo tempo tão precioso pra nós e acima de tudo para Deus. Sendo o homem este ser composto de corpo, alma e espírito, qualquer esforço em melhorar a qualidade de vida do mesmo precisa contemplar necessidades físicas, emocionais e espirituais. Sob pena de, esquecendo qualquer destas áreas, produzir a satisfação de apenas parte das necessidades, mas permitir que outras o esmaguem, empurrando-o para uma vida de frustrações, preparo inadequado e marginalidade.


As necessidades mais facilmente detectadas são as que atingem o nosso corpo. É impossível não se comover diante da fome, do frio, do corpo coberto por trapos, da falta de educação básica, da falta do amparo social, diante da violência, do desemprego, da desqualificação para o mercado de trabalho e outros. O projeto “REFORÇO PRA VIDA” nasceu com o propósito claro de atender ao anseio de minorar o sofrimento das classes menos favorecidas em nosso raio de ação. Através do reforço escolar, queremos suprir as lacunas deixadas por uma educação básica deficiente. Através de uma alimentação balanceada, queremos dar a cada criança um suprimento alimentar que certamente contribuirá para a melhoria da qualidade de vida e do aprendizado. Buscamos também acolher as crianças em um ambiente de amor, de forma a atender também as necessidades afetivas destas crianças trazendo a cada uma um momento presente mais digno, que com certeza lhes proporcionará um futuro melhor.

Sabemos que em alguns lares de comunidades carentes à nossa volta crianças crescem de forma emocionalmente saudável, mesmo sem muitas condições de saúde, saneamento e tantas outras. Mas a maioria esmagadora das crianças que vivem nestas comunidades é criada dentro de uma realidade que não contempla a afetividade sadia e a saúde emocional. São crianças muitas vezes criadas em meio à violência, às drogas, aos efeitos da mesma criação dada aos seus pais e a outros adultos presentes na sua estrutura familiar. Muitas delas espancadas indevidamente, vitimas de abuso sexual, ou simplesmente presenciando cenas que as marcam negativamente para o resto de suas vidas. O projeto Reforço pra vida tem como parte fundamental do seu propósito suprir afetivamente as crianças participantes, para que possa, não suprir TODAS as suas necessidades emocionais, mas minorar os efeitos de uma vida emocional negativamente marcada e dar a estas crianças mais alguns referenciais de “adulto saudável” alem dos que certamente elas têm em seu universo social.


A Prª Nhircelene liderou desde o ano de 2008 até março deste ano, e a irmã Kátia Cabral desde abril até o final do ano. Com o apoio de uma equipe maravilhosa, elas conduziram o projeto “Reforço pra vida”. Que atendeu neste ano cerca de quarenta crianças em dois encontros semanais. Dando-lhes a oportunidade de serem apoiadas nas suas dificuldades quanto ao aprendizado, recebendo ensino, alimentação, a palavra de Deus na sua linguagem e alem de tudo isso o carinho das tias.








Deus abençoe esta equipe, os mantenedores e as crianças... sempre.

UMA IGREJA QUE FAZ A DIFERENÇA.

"Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo. E a sua fama correu por toda a Síria; trouxeram-lhe, então, todos os doentes, acometidos de várias enfermidades e tormentos: endemoninhados, lunáticos e paralíticos” MATEUS 4.23-25.

Faça a diferença para trazer pessoas para mais perto de Deus.

A sua igreja faz diferença???
Você faz diferença???
Enquanto escrevo estas palavras o Brasil chora a perda de D. Zilda Arns, Falecida na tragédia que se abateu sobre o Haiti no dia 12 de janeiro. A despeito da doutrina que ela professava, não temos como dizer que esta não foi uma mulher que marcou a sua geração fazendo diferença no mundo a partir das suas ações na comunidade.

No texto acima, Mateus resume as ações do ministério de Jesus Cristo, que deveriam nortear as ações de uma igreja que quer fazer a diferença na sua comunidade. A igreja de Jesus precisa fazer diferença onde está inserida.

Vejamos como a Igreja pode fazer a diferença:

ATRAVÉS DA VISÃO EVANGELÍSTICA.

Jesus percorria toda a Galiléia... A sua visão não era de alcançar apenas o seu bairro. Nem tampouco de apenas tocar aqueles que vinham até Ele. O ministério de Jesus era marcado pelo fato de que Ele ia até as pessoas.

Uma igreja que quer fazer a diferença precisa encontrar formas de sair das quatro paredes e alcançar as pessoas com o seu ensino, a proclamação da mensagem e a satisfação das suas necessidades.

Esta igreja precisa fazer com que os seus ministérios funcionem. As pessoas precisam ser alcançadas pelo poder transformador da graça de Deus. Precisamos trazer as pessoas para mais perto de Deus e dos propósitos de Deus.

ATRAVÉS DO ENSINO.

A dimensão do ensino transformador precisa ser resgatada na igreja evangélica. O cristianismo embora apele à fé, não pode ser visto como um aniquilamento do intelecto. Afinal, Jesus nos disse que deveríamos amar a Deus com todo o nosso entendimento. A teologia é na verdade a articulação das doutrinas da fé de forma sistematizada.

O Apóstolo Pedro disse que devemos estar "sempre preparados para responder a todo aquele que nos pedir razão da esperança que há em nós" 1 Pedro 3:15.

O Apóstolo Paulo, ensinava nas sinagogas. E todos os sábados discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos Atos 18:4.
Durante três meses, Paulo freqüentou a sinagoga, onde falava ousadamente, dissertando e persuadindo com respeito ao reino de Deus Atos 19:8.
E ao escrever a Tito acerca de que tipo de Presbítero deveria ele constituir em Creta, Paulo disse o seguinte: apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino, como para convencer os que o contradizem (Tito 1:9).


ATRAVÉS DA PROCLAMAÇÃO.

O terceiro aspecto que devemos destacar a respeito de uma igreja que faz a diferença é a proclamação. Jesus pregava o Evangelho do Reino. Se com o ensino Jesus queria convencer os homens a respeito da verdade; com a proclamação ele queria chamar a atenção destes homens quanto a viverem estas verdades.

A proclamação do evangelho, é um chamado para o homem se arrepender. Para mudar de vida, para abandonar os velhos hábitos, os costumes, os pecados. A igreja precisa encontrar maneiras de chamar a atenção para esta verdade sem que dela se afaste.

A mensagem do Evangelho precisa ser conhecida para que possa agir com seu poder transformador. Mas ela precisa guardar a sua santa semente em meio a esta proclamação. O texto de Mateus diz que Jesus percorria a Galileia... pregando o evangelho do reino. A genuína mensagem do evangelho é radical. Não permite velhos vícios e práticas pertencentes ao velho homem. Ela diz que sem arrependimento, que implica em mudança e transformação, não há remissão de pecados.


ATRAVÉS DA SATISFAÇÃO DAS NECESSIDADES.

O texto de Mateus, diz que Jesus curava toda sorte de doenças e enfermidades. O original grego faz distinção entre as duas coisas: doenças (noson), significa a doença aguda, pertinente, que acompanha a vida do indivíduo, crônica. Já enfermidade (malakian), significa aquela debilidade física não pertinente, ocasional.

A igreja precisa atender as necessidades das pessoas à sua volta. Jesus curava, alimentava, amparava, orientava, intercedia, acreditava, afagava, restituía, ressuscitava. Definitivamente Jesus estava perto de homens, mulheres e crianças satisfazendo às suas necessidades

Quando a igreja estiver fazendo a diferença na vida das pessoas, estas pessoas serão trazidas para serem abençoadas.


CONCLUSÃO:

O evangelho é poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê; que através dele possamos transformar o nosso bairro, a nossa cidade, o nosso estado, o nosso país e o mundo. Uma igreja que faz a diferença precisa agir como Jesus agiu. Portanto percorramos as cidades, ensinando a palavra, pregando o evangelho do reino e satisfazendo as necessidades das pessoas.

Deus nos abençoe sempre.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

SÓ OBSERVANDO !

O pastor de uma igreja decidiu observar as pessoas que entravam para orar. A porta se abriu e um homem de camisa esfarrapada adentrou pelo corredor central. O homem se ajoelhou, inclinou a cabeça, levantou-se e foi embora. Nos dias seguintes, sempre ao meio-dia, a mesma cena se repetia. Cada vez que se ajoelhava por alguns instantes, deixava de lado uma marmita. A curiosidade do pastor crescia e também o receio de que fosse um assaltante, então decidiu aproximar-se e perguntar o que fazia ali.

O velho homem disse que trabalhava numa fábrica, num outro bairro da cidade e que se chamava José.

Disse que o almoço havia sido há meia hora atrás e que reservava o tempo restante para orar, que ficava apenas alguns momentos porque a fábrica era longe dali.


E disse a oração que fazia: "Vim aqui novamente, Senhor, só prá lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar, mas eu penso em você todos os dias. Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.'


O pastor, um tanto aturdido, disse que ele seria sempre bem-vindo e que viesse à igreja sempre que desejasse.

"É hora de ir' - disse José sorrindo.

Agradeceu e dirigiu-se apressadamente para a porta. O pastor ajoelhou-se diante do altar, de um modo como nunca havia feito antes. Teve então, um lindo encontro com Jesus. Enquanto lágrimas escorriam por seu rosto, ele repetiu a oração do velho homem...

"Vim aqui novamente, Senhor, só prá lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar mas penso em você todos os dias. Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando."

Certo dia, o pastor notou que José não havia aparecido. Percebendo que sua ausência se estendeu pelos dias seguintes, começou a ficar preocupado. Foi à fábrica perguntar por ele e descobriu que estava enfermo. Durante a semana em que José esteve no hospital, a rotina da enfermaria mudou. Sua alegria era contagiante. A chefe das enfermeiras, contudo, não podia entender porque um homem tão simpático como José não recebia flores, telefonemas, cartões de amigos, parentes... Nada!

Ao encontrá-lo, o pastor colocou-se ao lado de sua cama. Foi quando José ouviu o comentário da enfermeira:


" Nenhum amigo veio prá mostrar que se importa com ele. Ele não deve ter ninguém com quem contar! "


Parecendo surpreso, o velho virou-se para o pastor e disse com um largo sorriso:

- A enfermeira está enganada, ela não sabe, mas desde que estou aqui, sempre ao meio-dia ELE vem! Um querido amigo meu, que se senta bem junto a mim, ELE segura minha mão, inclina-se em minha direção e diz:

'EU vim só prá lhe dizer quão feliz eu sou desde que nos tornamos amigos. Gosto de ouvir sua oração e penso em você todos os dias. Agora sou eu quem o está observando... e cuidando!

SORRIA, VOCÊ ESTÁ SENDO OBSERVADO(A)!

DEUS TE ABENÇOE SEMPRE.